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28/04/2011 - 14:00

O secretário de Governo do Estado, Sérgio Leão, conheceu nesta terça-feira, 28, os projetos e as metas já cumpridas do Instituto de Metrologia do Pará (Imetropará), bem como os investimentos que estão sendo planejados e executados. Leão reuniu no órgão com o presidente Luiziel Guedes e colaboradores. O instituto pretende, por exemplo, dar início às obras de seu Complexo Tecnológico, em Ananindeua, que vai oferecer os serviços de fiscalização de veículos-tanques e de taxímetros, além da aferição de cronotacógrafo em veículos de carga. Esse instrumento registra a velocidade, o tempo e a distância percorridos por um veículo e essas informações são aceitas legalmente como prova em caso de acidentes ou denúncias de má condução.

O secretário também ficou a par da proposta de ampliação dos serviços do Imetropará, como o da fiscalização e atestação das compras públicas, garantindo qualidade a diversos produtos que são adquiridos pela administração estadual, bem como de obras de infraestrutura, além da certificação da rede hoteleira. Outros projetos apresentados foram o Veja-o-Peso e o Aluno Cidadão, ambos em parceria com a Associação Paraense de Supermercados (Aspas), a ser firmada oficialmente no próximo mês de outubro, durante a Supernorte 2011.

A recente inauguração da nova sede da Regional Santarém também foi destaque. Agora a cidade conta com um órgão mais estruturado para atender melhor os usuários. O Imetropará tem ainda como meta a implantação da sede Regional Marabá, município estratégico do Sul do Estado. “A sociedade precisa saber que existe um instituto que está do lado dela e a defende sem ela saber, algo um pouco invisível. Isso ajudaria o trabalho do Imetropará, já que o órgão não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. É muito importante que a sociedade tenha essa consciência, para que possa ajudar o Imetropará a cumprir sua missão”, disse o secretário.

Luiziel Guedes explicou a Sérgio Leão que, por ser um órgão estadual que exerce atividades delegadas pelo Inmetro, o Imetropará conta com recursos federais próprios para investir em infraestrutura e treinamento, mas que precisa do apoio da administração estadual para contratação de pessoal para a atividade fim do órgão. Isso se daria inicialmente com a contratação de temporários regulares enquanto se prepara um novo concurso público. Mesmo o órgão já tendo convocado concursados, ainda há déficit de pessoal para cobrir as dimensões continentais do Pará.